
Um dia saberemos a importancia da frase: "Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas".


Vivemos em uma Era em que o discurso tornou-se forte a ponto de talvez manipular as atitudes das pessoas. Em 2009 anos da Era Cristã, no mundo ocidental, a discursão em torno do que é certo e o que é errado, o que pode ser feito e o que não pode, deveres subordinados a uma instituição que acha que tem o direito de julgar as atitudes das pessoas, vem quebrando paradigmas que há pouco tempo atrás jamais pensaríamos que seria feito.
Ser homossexual em qualquer lugar é motivo de piadinhas, de brincadeiras fúteis na maioria das vezes de baixo calão.Muitas das vezes esse tipo de ironia sarcástica acontece na própria família que não aceita que o filho ou filha possam assumir sua identidade sexual contraria ao que a sociedade determina como padrão.
A Mata Atlantica, que contém a maior diversidade em flora e fauna do mundo, finalmente será restaurada. Organizações ambientalistas resolveram, de fato, olhar para o prejuizo que é a crescente destruição da Floresta.
Hoje a Associação Cultural Ilê Aiyê ficou de luto com a morte de Jonatas Conceição, diretor da entidade, um dos fundadores do Movimento Negro Unificado na Bahia (MNU) e professor da Universidade do Estado da Bahia/UNEB.
O escritor Colombiano Gael García Marques, vencedor do Prêmio Nobel de Literatura em 1982, não voltará mais a escrever. García Marques, 82 anos, autor de vários livros dentre eles "Cem anos de solidão", afirmou durante a Feira do Livro de Guadalajara no mês passado declarou que escrever livros da trabalho.
Vigilantes e seguranças de toda a cidade saíram em passeata pelas ruas de Salvador reivindicando um reajuste salarial e benefícios como alimentação e seguro de vida. A manifestação saiu do Comércio, na Avenida Estados Unidos, em direção a Avenida ACM, no Iguatemi.
De uma hora para outra, as rádios de Salvador começaram a tocar “o som que vem da rua”, uma música de um grupo denominado Bué da Fixe. As pessoas se perguntavam o que significava o nome dessa banda e de onde surgiu. Com cara de menino, mas com uma força de vontade enorme de vencer no seu projeto, a banda Bué da Fixe, Allan Spínola, uma das revelações do Carnaval de Salvador deste ano, conta a Fagner Abreu, do Folha Salvador, o significado do nome da banda, como ele se descobriu cantor e os projetos para o futuro. Com apenas 25 anos - 14 destes dedicados à música – Allan, com seu timbre forte e grande carisma está prestes a se tornar uma estrela da chamada Axé Music.
FS - Foi na missa de sétimo dia de seu tio que você mostrou o seu verdadeiro dom, não foi isso?
AS - Até então só meus amigos sabiam que eu tinha jeito para a música. Eu sou muito tímido e até para cantar para eles, eu tinha que estar tomando umas ( bebida alcoólica). Em 2002, morreu o meu tio e resolvi cantar uma música gospel na missa de sétimo dia. Foi uma surpresa para todos e foi linda a homenagem. Depois disso, uns primos me convidaram para cantar em um grupo de samba. Durou pouco tempo porque eu tinha 18 anos e era muito verde e tímido para estar a frente de uma banda. Por isso saí.
FS - Você chegou a integrar um grupo de samba e em 2004 foi back vocal de uma banda de axé. Que banda foi essa?
AS - Em 2004, eu vi um anúncio no jornal “precisa-se de backing vocal para banda de axé”. Corri para ligar e o cara disse que eu tinha que mandar, por e-mail, umas fotos e áudios para mostrar o meu trabalho. Era tanta coisa, que falei para ele que não tinha acesso a Internet para enviar o que ele queria, mas poderia cantar ao telefone. Depois disso, ele mandou eu ir fazer um teste e fiquei na Banda Balada Nova, por seis meses.
FS - E sua estada em Portugal, como foi? Foi lá que você conseguiu formar a Bué da Fixe, não é isso?
AS - Fui para Lisboa trabalhar em uma loja de antiguidades. Depois de um tempo passei a frequentar barzinhos e conheci vários brasileiros que faziam som nesses bares e todas as sextas-feiras, à noite, eu ía “dar canjas” com eles. Depois de um tempo, montamos “Os Bué da Fixe”. Éramos cinco integrantes e não era nada parecido com a banda atual Bué da Fixe. A sorte caiu sobre a gente quando, meu chefe da loja de antiguidades, me perguntou o que eu iria fazer com o dinheiro que juntava. Eu respondi que voltaria ao Brasil para comprar uma casa e montar uma banda de axé porque era o meu sonho e que axé só dava certo se fosse em Salvador. Acho que ele teve pena, sei lá; Deus tocou o coração dele e ele foi nos assistir. Gostou muito e resolveu apostar, mas tinha o prazo de um ano para ajeitar a vida e os negócios dele por lá. Enquanto não voltava, fui me preparando. Fiz aulas de canto até voltar para o Brasil.
FS - Está sendo muito difícil entrar no mercado concorrido da axé music?
AS - Graças a Deus, 2008 foi um ano que aconteceu muita coisa boa com a Bué da Fixe. A nossa música foi uma das mais tocadas no verão. No Carnaval as pessoas responderam muito bem à nossa música. Muita gente mal conhecia a banda e mesmo assim transmitia para a gente muito carinho e estou muito feliz. Acho que as coisas estão acontecendo devagar e vai acontecer mais na hora certa. É difícil e é trabalhoso, mas não é impossível .FS - Você esse ano cantou no maior festival de música do país, o Festival de Verão Salvador. A partir daí você acredita que a banda criou maturidade pra enfrentar o carnaval?
AS - Acho que sim! Não só o Festival, mas também os ensaios na boate Madrre serviram como um pré-vestibular. Eu fui me conhecendo cada vez mais, me descobrindo como artista. Comecei a testar o que poderia dar certo no repertório e perceber o que a galera mais gostava de escutar. Sempre um ensaio melhor que o outro. A casa lotava. Depois fui ao Festival de Verão que serviu como ensaio geral da banda, com um público diferente do que eu estava acostumado na Madrre. Comecei o show com 50 pessoas mais ou menos e de repente a Arena Conta Universitária Bradesco estava completamente lotada. Havia ali umas 2500 pessoas. A partir desse momento, eu pude sentir o calor do público. Foi resposta o tempo inteiro. Aquele público me surpreendeu de verdade. Eu pude ver que, a Bué da Fixe, já era querida. Tudo isso me deu mais maturidade e forças para encarar o carnaval.
FS - A banda tem apenas oito meses de formação e você já conseguiu grande êxito. Foi eleito pelas rádios o melhor cantor revelação deste ano e está concorrendo ao Dodô e Osmar, e como forte candidato. Como você se sente prestes a ganhar projeção nacional e qual foi a sensação de subir em um trio elétrico, agora como líder de uma banda?
AS - Quando eu subi no trio foi maravilhoso. Acho que a ficha ainda não caiu e muita coisa boa aconteceu nos dias de Carnaval. Recebi muito carinho de todo mundo (minha família, meus amigos, pessoas que apreciam o nosso trabalho, da minha banda, dos meus produtores, de artistas já consagrados como Saulo da Banda Eva, que cantou comigo na Casa D’Itália, de Serginho Fernandes que cantou a minha música, Marcio Vítor, que também cantou “O som que vem da rua”, Alexandre Peixe, que me cumprimentou duas vezes e me viu quando ele passou no trio). Ivete Sangalo, Tatau e Tonho Matéria também falaram comigo. Foi tudo lindo, foi perfeito e até hoje não durmo direito (risos). Tudo isso é o que eu mais quero na minha vida. Ser reconhecido pelo meu trabalho. Aliás, todas as pessoas querem que o seu trabalho seja conhecido por toda parte e por toda gente, não é? Estou muito feliz com tudo isso e quero dizer para as pessoas que isso é resultado de um sonho e de muito trabalho. Nós estamos começando agora, ainda sou um “bebê” e tenho muito ainda para aprender e... é isso aí.
FS - Já falamos de Bué da Fixe, mas o que significa o nome da banda?
AS - Bué da Fixe significa muito bacana, muito legal, coisa muito boa. Bué significa muito, e Fixe legal. É uma gíria da galera de Portugal.
FS - O que podemos esperar do grupo e do vocalista Allan Spínola daqui pra frente?
AS - Música boa, bons shows e amor em tudo o que partir de mim e da Bué da Fixe.
“Não há porque seguir alimentando a idéia tacanha e colonialista de que os portugueses são os ‘donos do idioma’ e que nós, brasileiros, temos de nos submeter às decisões deles porque usamos uma língua ‘emprestada’ e, para piorar, a deturpamos toda”. Quem dispara essa defesa ácida – em um português muitíssimo claro – é o lingüista e professor da Universidade de Brasília (UnB), autor de “O preconceito linguístico”, Marcos Bagno, em depoimento ao Folha Salvador. O acordo ortográfico, em vigor a partir de janeiro, interfere diretamente sobre os 230 milhões de falantes do idioma no mundo.
Indignado ao ouvir a expressão “unificação da língua portuguesa”, Bagno salienta que o pacto altera exclusivamente as normas ortográficas, mas não extingue a variedade fonética. “Os brasileiros não vão passar a falar como os portugueses, nem os portugueses como os brasileiros, simplesmente porque vão passar a escrever do mesmo modo, assim como pernambucanos e gaúchos não falam da mesma maneira”.
Mas se o lingüista não prevê grandes transformações no uso cotidiano do português, o tom da resposta muda quando se trata da posição brasileira no cenário mundial. “O aspecto mais importante da unificação é político”, acentua Bagno. Ele acredita que o acordo revela uma mudança importante na balança do poder. “É preciso que os portugueses reconheçam sua absoluta desimportância no cenário internacional e admitam que quem manda hoje na língua portuguesa no mundo é o Brasil”.
As denúncias vão de ameaças a lesões corporais e estupros. Conforme dados da Delegacia Especial de Proteção a Mulher de Brotas (DEAM), cerca de 70% dos crimes contra a mulher acontecem no âmbito doméstico e os agressores são os maridos ou companheiros. No ano passado, foram registradas 8.875 ocorrências policiais na DEAM; de janeiro a outubro de 2008, outras 7.532. Devido aos números expressivos, foi instalada em Periperi, subúrbio ferroviário da capital, a segunda unidade da DEAM.PENALIDADES - Maria da Penha é uma farmacêutica que foi espancada pelo marido, o professor universitário colombiano Marco Antonio Heredias Viveros, durante seis anos. Em 1983, ele tentou matá-la por duas vezes. Na primeira com arma de fogo, deixando a paraplégica, e a segunda por eletrocussão e afogamento. Marco Antonio foi preso somente depois de 19 anos de julgamento e ficou detido por dois anos em regime fechado.
Conforme a delegada, no passado as agressões eram classificadas como “rixas” e a penalidade ao agressor era insignificante, como por exemplo o fornecimento de cestas básicas e pagamento de multas. “Com a lei, o agressor não paga (cestas básicas, multas) por ter batido na mulher. A Lei Maria da Penha é uma revolução nos direitos da mulher”, afirma. A nova legislação prevê penas de um a três anos de prisão.
ÁREA DE RISCO - A delegacia inaugurada no subúrbio ferroviário já era uma reivindicação da população da área. Conforme a delegada titular de Brotas, 30% das ocorrências registradas procedem da região do subúrbio. A nova unidade vai atender aproximadamente 500 mil habitantes residentes na área.
Para o sociólogo Jorge Lisboa, a aprovação da Lei Maria da Penha e a instalação de novas delegacias destinadas ao combate da violência contra a mulher são fundamentais tanto para punir quem já agride quanto para deixar inseguros novos potenciais opressores. “A sociedade brasileira, especialmente neste momento, tem se revelado extremamente violenta. Daí a necessidade de criação de mecanismos capazes de assegurar o respeito aos direitos humanos e a dignidade da mulher, particularmente”, enfatiza.
O Campeonato Baiano de Futebol Feminino começa em novembro e vai contar com pelo menos com 12 clubes. Os organizadores esperam que o certame revele novos nomes para o cenário nacional. De acordo com o assessor de comunicação do Galícia, Murilo Gitel, o campeonato deve trazer muitas revelações para a Seleção Brasileira de futebol feminino, a exemplo deNa opinião do presidente do clube, Raimundo Nonato Reis, o Brasil precisa de um campeonato nacional de futebol feminino. Para ele, a falta de infra-estrutura no esporte pode impedir o surgimento de substitutas no mesmo nível de Formiga e Marta na seleção. “O Brasil
precisa acordar e ver que o futebol feminino já é uma realidade”, afirma.
Os prováveis clubes que, de acordo com a Federação Baiana de Futebol (FBF), devem participar do campeonato são: Abrup Esporte Clube, Associação Desportiva Independente, Associação Desportiva Lusaca, Clube 2004, Esporte Clube Estrela de Março, Galícia Esporte Clube, Flamengo de Feira Futebol Clube, Fluminense de Feira Futebol Clube Feminino, Real Bahia Esporte Clube, São Cristóvão Esporte Clube, São Francisco Esporte Clube e Seleção de São Félix.
Vice-campeão olímpica lamenta a falta de apoio ao esporte no Brasil
Atualmente vice-campeão do Mundo, vice-campeão olímpico e campeão Pan-Americano de futebol feminino, o Brasil não tem um campeonato nacional capaz de estimular a prática da modalidade. A Seleção Brasileira, que conta com a baiana Formiga e a alagoana Marta – eleita Melhor do Mundo em 2007 –, tem a maioria de suas atletas jogando em times estrangeiros. Marta é jogadora do clube sueco Uméa IK. Formiga é uma das poucas que continuam no
País, onde atua no Clube Botucatu, em São Paulo.
Formiga se despediu da seleção brasileira após a medalha de prata conquistada nas Olimpíadas de Pequim, em agosto deste ano. Ela estava na Seleção desde 1995 e disputou quatro Copas do Mundo pelo Brasil. Ela e a jogadora Pretinha são as que atuam na seleção há mais tempo. “É muita injustiça. A gente se doa tanto e não tem o reconhecimento daqueles que podem fazer algo pelo futebol feminino no Brasil”, diz Formiga.
O Campeonato Baiano de Futebol Feminino começa em novembro e vai contar com pelo menos com 12 clubes. Os organizadores esperam que o certame revele novos nomes para o cenário nacional. De acordo com o assessor de comunicação do Galícia, Murilo Gitel, o campeonato deve trazer muitas revelações para a Seleção Brasileira de futebol feminino, a exemplo deoutras disputas anteriores, quando o próprio Galícia revelou atletas atualmente consagradas na Seleção Brasileira, como Elaine Estrela e Viola.
A Guarda Municipal de Salvador (GMS), instituída pela Prefeitura, está nas ruas desde Julho, mas a população desconhece quais as funções da corporação. “A Prefeitura só faz anunciar que a Guarda Municipal está em ação, mas não explica o que ela vai fazer, como vai agir. Eu mesma não sei direito o que é essa Guarda Municipal”, reclama a dona de casa Maria Helena Gonçalves, 55.
O candidato a prefeito de Salvador ACM Neto dos Democratas esteve na Faculdade 2 de Julho para um debate com os estudantes, ocasião em que apresentou suas propostas caso seja eleito prefeito da capital. Antes do debate, o candidato conversou com Fagner Abreu Do Espaço Novo Jornalista e Folha Salvador.
O candidato a prefeito de Salvador pelo PT, Walter Pinheiro, esteve na Faculdade 2 de Julho para um debate com os estudantes. Pinheiro abordou suas propostas para a capital caso seja eleito prefeito. Antes do debate o candidato falou com Fagner Abrêu do Espaço Novo Jornalista e do Folha Salvador.
O candidato a prefeito de Salvador pelo PSOL, Hilton Coelho, esteve no auditório da Faculdade 2 de Julho nesta quarta-feira 3 de setembro para debate com os estudantes. Hilton respondeu perguntas sobre seu plano de governo, suas propostas, sobre como ele agiria uma vez eleito, considerando a grande resistência na Câmara Municipal, a questão da segurança pública, entre outros. Hilton concedeu uma entrevista exclusiva a Fagner Abrêu do Espaço Novo Jornalista e Folha Salvador antes da palestra e apontou alguns problemas que a cidade vem tendo assim como a importância desse diálogo com os estudantes.